sábado, 8 de junho de 2013

Os dias de chuva são necessários. 
Têm, em si, o poder transcendental de nos fazer evadir, proporcionando-nos a ascensão a um plano de ideias quase perdido no desgaste banal de sequenciados quotidianos coloridos. Transportam-nos para lá do provável, ao mesmo tempo que nos transmitem a percepção (imperfeitamente certeira) de que tudo é relativo, variando de acordo com a peculiaridade da perspectiva adoptada…
Não obstante, não teremos (nós) uma tendência inconscientemente irreprimível e, muitas vezes, negada conscientemente, no sentido de adoptar determinado padrão de “perspectiva”?? Não teremos tendência a “viciar” a realidade (objectiva), à luz de tendências mentais próprias (que a subjectivizam)??

(Maria Vaz)


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