segunda-feira, 20 de outubro de 2014

A amizade é uma religião: digo-o na certeza da minha concreticidade e sem pretensões egoísticas de abstracção. Digo-o porque aqueles que passaram pela minha vida deixaram sempre muito de si. Muito de bom e muito de mau. Mas sempre muito. Deixaram lições e uma espécie de sabedoria que a ilusão do tempo não apaga.
Hoje, quando sinto os bolsos cheios de utopias, os olhos a transbordar de sonhos e o coração ávido de essencialismos... penso na lógica 'economicista' aplicada à vida real; relativizo as circunstâncias; leio o caderninho que a Daniela me deu para começar a mudar o mundo; e...sinto-me renascida do que era e confiante naquilo que sou. O verbo 'ser' não precisa de transitoriedades limitadoras...mas sofre, sem dúvida, transformações.


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