quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

E no final (real ou ficcionado), o que importa são os sorrisos, a empatia, os abraços, as pequenas loucuras que a experiência assimila... a disparidade discrepante que nos conforta e nos traz de volta à realidade. Ou melhor, os pequenos momentos de amizade que fazem com que os nossos pensamentos fiquem mais iluminados. E a verdade (se é que ela existe), é que a nossa mente é o nosso mundo. Por isso, é sempre bom ter pedaços de alegria exógena que afastem as nossas nebulosas mais negras.

17/06/2013


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