segunda-feira, 16 de março de 2015

O mundo celebra, a 8 de Março de cada ano, o dia internacional da mulher.
Celebra-se um género, uma condição, uma emancipação que - com a leveza do passar dos séculos - abandonara a fatídica submissão relativamente ao cromossoma y.
Não sou feminista, não defendo uma igualdade absoluta ou formal entre géneros... mas tenho aversão ao preconceito social de matriz machista que, por conservadorismo, erige tudo que mexa com sensorialismos sexuais à esfera do tabu ou do antimoralismo. 
Resumindo: pode haver beleza e elegância sem objectivizações standardizadas daquilo que é um corpo 'sócio-sexualmente' desejável. E, normalmente, há mais do que isso. Mais do que qualquer aparência mais ou menos (subjetivamente) apetecível. Então, meninas, não se reduzam! Talvez assim, com base em 'pequenos nadas', a sociedade mude e o mundo (tão freudiano) se torne menos hipócrita!



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