quarta-feira, 25 de março de 2015

O optimismo e a espontaneidade deveriam ser uma espécie de oxigénio. Mas quem quiser ser pessimista que esteja à vontade.  
Há dias em que a razão cansa: torna-se inútil, até. E todas as filosofias do mundo parecem pecar pela desnecessidade. Mas os que forem felizes em fazê-lo, que também estejam à vontade.
O mundo é simples: vivemos sob o império da vontade. O problema é que nem todos têm o mesmo nível de liberdade, sem reducionismos na significância da palavra. Nem de liberdade nem de consciência. Mas deixemos isso para outro dia. Hoje a filosofia soa a problematização desnecessária. E o sol brilha lá fora. ;) 





2 comentários:

  1. Bem, já lá dizia Caeiro... «Os poetas místicos são filósofos doentes, / E os filósofos são homens doidos.». Mas o que importa o que outras vozes dizem? Sejam aquelas que pensam ou as que rejeitam tal acto? Há dias em que o melhor de tudo... é o silêncio. Nada dizendo, tanto diz... Ele que sobrevenha, então. Reinando, não estariam abertas as portas a um certo estado de 'vazio' do qual, enfim, a dita espontaneidade poderia eclodir? Tal como é... Sem condicionalismos, sem obstáculos, sem entraves... livre.
    Talvez numa fase mais 'caeirista', ou não, eu gostei... ;)
    Beijos.

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  2. Sim, numa fase mais 'caeirista' em que o intelecto aborrece e nada vale mais do que uns segundos de solidão em que percebo que, sem dar azo a egoísmos, sou feliz comigo mesma. Além disso, há sempre pedaços de alegria que os amigas nos dão em momentos nada intelectuais. Gosto de contrariedades, de diferenças, do conteúdo que nos trazem as coisas 'sem razão'. Gosto da natureza e de beber um copo sem pensar em grande coisa.
    Obrigada pelo comentário, Pedro.
    Um beijinho. :)

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