segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Deambulando com o jeito impreciso
de quem sai sem saber bem o que quer,
encontrando em cada esquina o tremor de um sorriso:
existirá um 'flirt' inconsciente de mulher?
O silêncio sempre esconde o sucedido
no interior de uma psique que ri sem querer
na imensidão de novidades escondido,
nessa contemplação de quem ama viver.
E a tolerância sobrepõe-se à rispidez
do que em minudências o todo se desgasta.
O que importa é a sensatez
(ou a loucura) consciente de dar um basta:
de olhar como quem vê
de sentir como quem lê.
O sol cai e a lua ilumina
o caminho de alguém que, sem querer, nos contamina.
E continuemos a deambular pelas ruas
Como quem dança mentalmente num mundo de sete luas.






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