segunda-feira, 31 de agosto de 2015

O irresoluto transbordou
e a alma inundou-se de intransmissibilidades,
desnudando-se num segundo.
A música entranhou-se nos poros
como a voz melodiosa que suaviza pensamentos.
As cores resplandeciam beleza
e os sentidos exaltaram-se num agora sem fim.
Em êxtase, perdi-me ali.
Em mim.

Alma Salgueiro

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