sexta-feira, 1 de abril de 2016

O que escrevo
sai de mim
como uma borboleta
esvoaçante
no luar de uma noite estrelada.
Como vem?
Porque vem?
Sei lá!
Talvez da energia
que em mim ondeia
ou da que me rodeia
e me faz companhia
na solidão de um pedaço do dia.
Energia intensa que não freia
o que a razão, tiranamente,  oprimia.

Maria Vaz

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