sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Quero o que não vi
A beleza, em si!
O que desperta sentimento
na rosa da cor que não há:
o que irrompe num tremor lento
a cada respiração que dá.
O que quero nunca vi,
deve andar por aí,
mas não se eternizará.
O eterno adoece
o que não se compadece
com o ideal que nascerá.

Maria Vaz